Nicolas Behr 
Author

Poemas

Original

Übersetzung

[SQS415F303] português

Traduções : de

to poem

[brasília nasceu] português

Traduções : de

to poem

[uma forte tempestade] português

Traduções : de

to poem

[nas escavações também foram] português

Traduções : de

to poem

[brasília são as ruínas] português

Traduções : de

to poem

[aconteceu na 103] português

Traduções : de

to poem

[arte] português

Traduções : de

to poem

[brasília foi] português

Traduções : de

to poem

[estacionamentos] português

Traduções : de

to poem

Nicolas Behr 
Author

Foto © Timo Berger
* 05.08.1958, Cuiabá, Brasil
vive em: Brasília, Brasil

Nicolas Behr (Cuiabá — 1958) é um poeta brasileiro, geralmente associado à Geração mimeógrafo e à Poesia Marginal.

Estudou o primário com padres jesuítas, em Diamantino (MT), onde os pais eram fazendeiros. Mudou-se para Brasília em 1974.

Em 1977, lançou Iogurte com farinha — seu primeiro feito em mimeógrafo, com 8.000 cópias vendidas de mão em mão pelos bares e outros locais públicos da Capital Federal, tornando-se uma das principais vozes da Poesia Marginal, ao lado de Chacal e Chico Alvim. Em agosto de 1978, após ter escrito Grande circular, Caroço de goiaba e Chá com porrada, foi preso e processado pelo DOPS por "porte de material pornográfico", sendo julgado e absolvido no ano seguinte. Poesia Marginal A partir de 1980, ano em que publicou dez livrinhos mimeografados, passou a trabalhar como redator em agências de publicidade. Em 1982, ajudou a fundar o MOVE - Movimento Ecológico de Brasília, a primeira ONG ambientalista da Capital Federal. Em 1986, abandonou a publicidade para trabalhar na FUNATURA - Fundação Pró-Natureza, onde ficou até 1990, dedicando-se, desde então, profissionalmente, ao seu antigo hobby: produção de mudas de espécies nativas dos cerrados.

 Foto © Timo Berger
Em 1987, morou em Washington DC, EUA, vindo a trabalhar na FUNATURA – Fundação Pró-Natureza de 1988 a 1990. A partir daí passou a dedicar-se à produção e comercialização de mudas, seu antigo “ hobby”, sendo pioneiro na produção de mudas de espécies nativas dos cerrados, especializando-se em palmeiras e em frutas e árvores raras.

Entre 15 de agosto de 78 a 30 de março de 79, impedido de publicar por ordem judicial, escreveu poemas em telhas frescas, depois queimadas, série esta denominada O que me der na telha.
[Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre] 

Publicações
  • Iogurte com Farinha

    Agosto de 1977

  • Grande Circular

    Junho de 1978

  • Caroço de Goiaba

    Julho de 1978

  • Chá com Porrada

    Julho de 1978

  • Bagaço

    Maio de 1979

  • Com a Boca na Botija

    Junho de 1979

  • Parto do Dia

    Julho de 1979

  • Elevador de Serviço

    agosto de 1979

  • Põe sia nisso!

    agosto de 1979

  • Entre Quadras

    agosto de 1979

  • Brasiléia Desvairada

    setembro de 1979

  • Saída de Emergência

    setembro de 1979

  • ruh

    outubro de 1979

  • 303F415

    julho de 1980

  • L2 Noves Fora W3

    novembro de 1980

  • Porque Construi Braxília

    1993

  • Beijo de Hiena

    1993

  • Pelas Lanchonetes dos Casais Felizes

    1994

  • Segredo Secreto

    1996

  • Estranhos Fenômenos

    1997

  • Viver Deveria Bastar

    2001

  • Umbigo

    2001

  • Poesília – poesia pau-brasília

    2002

  • O itinerário do curativo

  • Viver Deveria Bastar

    2001

  • Poesília, Brasília

    LGE,

  • Menino Diamantino, Brasília

    LGE, 2003

  • Laranja seleta

    Editora Língua Geral, 2007

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